segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Conselho da Justiça Federal dá exemplo de postura ambiental

Projetos Economiza e Educação Ambiental geram balanço positivo e inserem o CJF (Conselho da Justiça Federal) no rol das instituições que se preocupam com a preservação ambiental e o melhor uso de recursos públicos. O ano de 2008 acabou, mas os servidores do CJF continuam a colher os bons frutos dos projetos Economiza e Educação Ambiental, implementados pela sua Secretaria de Administração (SAD).

Economia

Com as ações dos projetos, o Conselho economizou:
R$ 408.886,18 nas contratações,
12,8 toneladas de papel branco,
32 barris de petróleo,
1.254.400 litros de água; 32.00 Kv/h de energia elétrica,
38,4 m3 de volume em aterros/lixões, e 19.800 unidades de copos plásticos.

Os atos implementados estão despertando a conscientização de todas as unidades do CJF para a necessidade da sustentabilidade ambiental e a busca pela melhor utilização dos recursos públicos nas contratações.

O Projeto Economiza, que foi finalizado em dezembro do ano passado, conseguiu disseminar e firmar a prática da economicidade de 3% na utilização dos recursos financeiros, na operacionalização de 43 processos de compras e contratos.

Educação

O projeto de educação ambiental muda aos poucos a mentalidade dos servidores em relação à preservação ambiental, com a utilização de papéis recicláveis, dispensador de copos plásticos e descarte de 470 quilos de cartuchos de impressoras, que são encaminhados para o Serviço de Limpeza Urbana do Governo do Distrito Federal (SLU/GDF).

Este ano, o projeto Educação Ambiental continuará a todo vapor com suas ações na nova sede do CJF. A Comissão de Fiscalização da Obra da Sede está de olho em requisitos de sustentabilidade que serão incluídos nas novas instalações, tais como sistema de esgoto a vácuo e de reuso de água e de condicionamento de ar; iluminação, revestimento externo e projeto paisagístico.

Outra ação sustentável é a utilização de frota de veículos movidos a combustíveis de fontes renováveis desde o início de 2007, visando a menor emissão de CO2 (gás carbônico) e economia maior na utilização do álcool hidratado, mais barato em relação à gasolina.

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